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Passaporte vacinal

Atualizado: 9 de nov. de 2021



O assunto do blog de hoje é polêmico, não para polemizar mas para refletir. O importante não é ter uma opinião formada sobre o passaporte o qual, indiscutivelmente é um documento útil, idealizado para registrar e organizar se as vacinas foram feitas, se o indivíduo contraiu covid, se fez o exame nas últimas 48hs mas sim quanto a sua obrigatoriedade.

Primeiro ponto de reflexão: ainda vivemos em bandeira de Pandemia. Portanto seguimos protocolo rígido: máscara, controle de aglomeração, eventos limitados, fronteiras restritas.

E quanto gostaríamos de regressar ao "normal", às nossas atividades de recreação, às viagens, ao contato de um abraço sem culpa, à não obrigatoriedade da máscara.

Segundo ponto: como você se sente com as mudanças e adequações que tivemos que aderir nos últimos 20 meses?

Terceiro ponto: o que é mais sensato para o bem comum? Para a crise sanitária e econômica?

Após ler e compreender sobre o green pass europeu, e sobre as medidas de obrigatoriedade na Itália para trabalhar, estudar e ingressar nos transportes públicos penso que o passaporte é um documento libertador, um primeiro passo para voltarmos aos antigos e adorados hábitos.

Mas se a sua escolha é de não tomar a vacina eu respeito, porque é uma escolha pessoal, mas como em toda escolha, devemos acatar as consequências e neste caso é continuar vivendo as restrições impostas pela Pandemia.


Você sabe como fazer o seu passaporte?

Para emitir o certificado, é necessário se cadastrar no Conecte SUS (para quem tem cadastro no Gov BR não precisa fazer novamente). Para tanto, deve-se clicar no link a seguir: www.conectesus.saude.gov.br. Depois, basta cadastrar o CPF e criar um login e senha de acesso. Uma vez feito o cadastro, clique na aba ‘vacinas’ e então em ‘certificado de vacinação’ – essa opção só aparece para quem completou o esquema vacinal. Depois disso, é possível emitir um documento, em PDF, com um QR Code no qual os dados sobre a vacinação, validados pelo Ministério da Saúde, aparecem. No topo, há uma bandeira do Brasil, indicando que ele está em português brasileiro. Para emitir o certificado em outro idioma, clique na bandeira e nas iniciais do país no topo da página. O sistema alterna automaticamente a versão.

E se desejar viajar como usá-lo?

Na imigração apresente o seu passaporte na versão deseja(espanhol ou inglês). Ao ingressar dirija-se à uma farmácia e solicite o passaporte local. Simples assim. Porém antes da viagem verifique as restrições vigentes do país que pretende visitar.

Abaixo um blog que informamos como pesquisar as restrições de cada país.


https://www.smartwaycenter.com/post/como-buscar-as-restri%C3%A7%C3%B5es-de-viagens-internacionais


A questão é devemos respeitar a escolha de todos, mas para os que escolheram tomar a vacina, e uma vez comprovada a sua eficácia e a segurança deste indivíduo de circular e aderir à um novo normal, porque restringir a sua independência das restrições? E para os que escolheram não tomar a vacina, realmente devem continuar os cuidados rígidos em prol da sua saúde, porque "caríssimi" o vírus continua circulando, e já entendemos que o novo normal é aprender a conviver com ele. Porque como diz a música "Balla per me" de Tiziano Ferro "La vita é rara", a vida é rara e a vida é bela.


https://youtu.be/rjtuVgeF1fA





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