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Como usar melhor a memória na aquisição da linguagem?

Como usar melhor a memória na aquisição da linguagem?

Tá procurando uma forma divertida de aprender inglês, francês, espanhol, italiano ou português? Já pensou em aprender enquanto escuta música? Ou vê um filme, ou pratica um esporte?

Sim, é possível. Vai depender de como o seu cérebro memoriza, como você é motivado a memorizar? Todo nós temos motivações culturais e familiares que determinam nossa capacidade de memorização.

Existem na neurociência muitas classificações quanto ao tipo de memória e armazenamento. A que nos interessa para a aquisição da linguagem é a memoria sensorial.

A memória sensorial é aquela que nos permite reter as informações que chegam até nós através dos sentidos, podendo ser estímulos visuais, auditivos, gustativos, olfativos, táteis ou proprioceptivos. Caracteriza-se por ter curtíssima duração, caso o estímulo não seja recuperado. Daí a importância da repetição nas aulas de línguas estrangeiras.

De que forma você memoriza melhor o conteúdo? Uns estudam com vídeos, viagens, outros gostam de falar alto, escutar música e há ainda quem goste de fazer resumos da matéria. Quando o assunto for a melhor forma de estudo, é importante destacarmos as classificações da memória sensorial: a Visual, a Auditiva e a Cinestésica. Todos nós usamos as três quando estudamos, porém, devido as motivações que somos expostos usaremos mais ou menos os sentidos que a determinam: visual (visão, paladar, olfato), auditiva (audição), cinestésica (tato, propriocepção).

As pessoas com uma memória visual memorizam as coisas através de imagens. gráficos, fórmulas, diagramas e textos. O som pode funcionar como uma distração, por isso se achas que te enquadras neste tipo de memória, evita estudar em grandes grupos. Nas aulas, é importante que escrevas ou desenhes tudo aquilo que ouves, já que a escrita estimula a visão. Em casa, podes combinar estes apontamentos com imagens ou outros elementos visuais que podem ajudar a decorar a matéria.

Já os auditivos registram melhor os conteúdos quando estão em formato de áudio. Assim são indicados vídeos, músicas, e registro da própria voz ao ler o conteúdo, para que depois ao invés de reler, o aluno possa ouvir, o que será mais eficiente para a memorização. Uma boa ferramenta de estudo também são os podcasts.

Por fim, o cinestésico é alguém que utiliza muito o tato e o movimento para estudar. Para quem tem uma memória cinestésica, não basta apenas ler ou ouvir as explicações do professor. Precisam entender o conteúdo na prática, com a mão na massa. Se mover e tocar, montar e desmontar coisas estimula o seu aprendizado. Você já escutou alguém que ao esquecer uma informação, ao começar a se movimentar, sai do ambiente para outro, lembra repentinamente do que havia esquecido. Tive um aluno uma vez que disse: “Não lembro como se diz, me deixa pensar, só um minuto”. Foi pegar um café e voltou com a resposta.

Se não sabe qual o seu tipo de memória, pode fazer o teste

(http://gjussi.com.br/wp-content/uploads/2013/09/Teste-de-neurolinguistica.pdf).

Qual das suas memórias é a mais desenvolvida? Use-a, Mas tente desenvolver todas. O estudo de línguas estrangeiras motiva todas as memorias sensoriais. Estude uma língua estrangeira, escute música, participe de aulas na cozinha com pratos típicos da língua estudada, participe de viagens com grupos de estudo e saberá do que estamos falando.

Desafio: Escute esta música da banda Maroon 5. E observe a letra.

https://www.youtube.com/watch?v=o2DXt11SMNI

O que ativou a memória do cantor? Ele diz, que ao beber, lembrou do amigo e das situações que viveram juntos, então podemos concluir que foi através do paladar, este sentido o levou as situações previamente vividas, que trouxe as imagens das situações, assim a memoria visual foi ativada.



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